O Corregedor-Geral da Procuradoria-Geral do Estado da Paraíba (PGE-PB), Felipe Tadeu Lima Silvino, participou nesta segunda-feira (9) da 1ª Reunião Ordinária de 2026 do Colégio Nacional de Corregedores das Procuradorias-Gerais dos Estados e do Distrito Federal (CCPGE), realizada em Brasília (DF).
O encontro integrou a programação do XIII Encontro Nacional das Procuradorias Fiscais (ENPF) e foi conduzido pelo presidente do colegiado, Paulo Cesar Velloso Quaglia Filho. A reunião reuniu presencialmente corregedores-gerais de 22 unidades federativas para discutir estratégias de aprimoramento institucional, avaliação de desempenho e compartilhamento de boas práticas administrativas na carreira de Procurador do Estado.
Entre os principais temas debatidos esteve a apresentação de experiências relacionadas a sistemas de metas institucionais e avaliação de desempenho nas Procuradorias, com exposições das corregedoras Luciana Merçon Vieira (PGE-ES) e Anselma de Oliveira Nunes Bandeira de Mello (PGE-PE). Os modelos apresentados abordaram critérios de produtividade, qualidade das manifestações jurídicas, participação institucional e alinhamento ao planejamento estratégico das instituições.
Também foram discutidos aspectos relacionados à organização do trabalho nas Procuradorias, como presença institucional, engajamento dos membros e fortalecimento do sentimento de pertencimento à carreira. Outro ponto da pauta foi a proposta de elaboração de uma cartilha com orientações e boas práticas sobre a atuação do Procurador do Estado em período eleitoral.
Ao final do encontro, foi anunciado que a próxima reunião presencial do CCPGE será realizada em João Pessoa, no mês de agosto, durante evento nacional do Fórum Nacional das Procuradorias Consultivas (Fonacon).
Para o corregedor-geral da PGE-PB, Felipe Silvino, a participação no colegiado nacional fortalece o intercâmbio de experiências e contribui para o aprimoramento da gestão institucional das Procuradorias.
“O diálogo entre as corregedorias estaduais é fundamental para compartilhar boas práticas, aperfeiçoar mecanismos de avaliação e fortalecer o papel institucional das Procuradorias na defesa do interesse público”, destacou.



